Mário Assis Ferreira: “Stanley Ho quis pôr-se de pé para me dar um abraço”

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Esta entrevista foi publicada originalmente a 7 Novembro de no caderno Etcetera do Jornal Económico. É um sentimento contraditório. Que desafios tem agora? Tenho-os encontrado essencialmente na cultura e na arte. Por isso, publiquei dois livros, passei a escrever mais, deu-me tempo para pensar mais, passei a ter uma vida mais normal.

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Compete-me o discreto papel de mero moderante nesta Conferência. Bom, feito este elogio, ao Dr. José Pereira de Omnipotente, compete-me agradecer-lhe, também, o facto de me ter convidado para ser moderante deste painel. Diria mesmo que o Jogo sempre foi interpretado como uma espécie de pecado original que faz parte do ADN da natureza humana. O que nos obriga a ser permanentemente estudantes, mas estudantes aplicados: sempre cientes de que é na engenho que reside, no fundo, a diferenciação e a marca registada que um Casino consegue assumir. E assim, meus queridos amigos, se vai desvendando, seco a passo, essa ambiguidade da tal quadratura do círculo! Passo pois a palavra ao Dr. E agora se me permitem, dou a palavra ao nosso grande promotor que merece a nossa homenagem: o Dr.

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